Técnico dispondo a vidraria para a sanitização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico dispondo a vidraria para a sanitização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico dispondo a vidraria para a sanitização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Detalhe da estante e dos suportes para lavagem dos materiais de laboratório no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Uso da máscara para prevenção à Covid-19 da forma correta, deixando nariz e boca cobertos.Coleção de ilustrações para o combate ao Coronavírus.
Uso da máscara para prevenção à Covid-19 da forma correta, deixando nariz e boca cobertos. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Uso incorreto da máscara para prevenção à Covid-19. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Manuseio correto da máscara para prevenção à Covid-19. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Mulher utiliza máscara de prevenção à Covid-19, de forma correta. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda Macaxeira naquele momento. A fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu no dia 1 de maio de 1996, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda Macaxeira naquele momento. A fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu no dia 1 de maio de 1996, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Detalhe de materiais embalados para esterilização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Detalhe de materiais embalados para esterilização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Detalhe de materiais embalados para esterilização no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Menina bebe água para se refrescar.
Menina peneira terra para plantio.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Motorista de transporte público usa equipamentos de prevenção à Covid-19. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Cobra em exposição para feira de ciências
Cobra em exposição para feira de ciências
Cobra cascavel em exposição para feira de ciências
Fachada de edificações com frente para praia
Painel eletrônico para controle dos parâmetros do processo fementativo do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Parte da fachada frontal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Entrada principal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Fachada frontal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Torre do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Placa de identificação do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Homem carregando baldes de água para sua casa
Amigos lanchando em lanchonete e olhando para o celular.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Pipetas embaladas.
Pipetas automáticas para análises químicas no laboratório de controle em processo no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Placa de sinalização para banheiros.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Amigos descascando alimentos para preparo de refeição.
Homem cortando legumes para preparo de alimentos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Máquinas preparando o espaço para iniciar a concretagem
Máquinas preparando o espaço para iniciar a concretagem
Técnico na preparação da transferência do inóculo para o fermentador no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico na preparação da transferência do inóculo para o fermentador no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frasco para junção da suspensão bateriana na cabine de segurança biológica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparo da terra para plantio de mudas orgânicas.
Display para distribuição gratuita de preservativos masculinos na rede do SUS.
Profissionais da saúde e o uso de equipamentos de prevenção à Covid-19. Variações de modelos e marcas do uso prolongado. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Detalhe do shaker (câmara de agitação orbital climatizada) com garras de fixação dos frascos Erlenmeyer para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos introduzem frascos Erlenmeyer no shaker (câmara de agitação orbital climatizada) para propagação de células na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Enfermeira aspira para a seringa a solução reconstituída da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o conteúdo da ampola com diluente da vacina contra a dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o diluente da vacina contra dengue.
Aspiração da solução reconstituída da vacina contra dengue para seringa.
Aspiração do diluente da vacina contra dengue para seringa.
Separação para descarte de ampolas usadas da vacina contra a dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o conteúdo da ampola com diluente da vacina contra a dengue.
Enfermeira aspira para a seringa o conteúdo da ampola da vacina contra a dengue.
Enfermeira aspira para a seringa a solução reconstituída da vacina contra dengue.
Aspiração da solução reconstituída da vacina contra dengue para seringa.
Aspiração da solução reconstituída da vacina contra dengue para seringa.
Aspiração do diluente da vacina contra dengue para a seringa.
Separação para descarte de ampolas usadas da vacina contra a dengue.
Aspiração do diluente da vacina contra dengue para a seringa.
Aspiração da solução reconstituída da vacina contra dengue para seringa.
Aspiração do diluente da vacina contra dengue para seringa.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Coleta de tampas plásticas para reciclagem.
Preparação para semeadura de células com e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células com e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células com e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células com e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação para semeadura de células e distribuição da suspensão bacteriana na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Termometro eletrônico para verificação de temperatura corporal. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Balde de plástico com resíduos alimentares para preparo de compostagem. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Voluntários preparando mesa para serem servidas refeições. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Voluntários preparando mesa para serem servidas refeições. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Voluntários preparando mesa para serem servidas refeições. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Balde de plástico com resíduos alimentares para preparo de compostagem. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa cortando maçãs para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa cortando maçãs para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa cortando maçãs para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa entornando sementes em copo de liquidificador para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa entornando sementes em copo de liquidificador para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa entornando sementes em copo de liquidificador para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa entornando sementes em copo de liquidificador para preparo de suco verde. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor com terra para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor com terra para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor com terra para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa preparando bandeja de isopor com terra para cultivo de sementes. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Preparo de sementes em bandeja de isopor com terra para germinar. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Preparo de sementes em bandeja de isopor com terra para germinar. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Preparo de sementes em bandeja de isopor com terra para germinar. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Preparo de sementes em bandeja de isopor com terra para germinar. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Preparo de sementes em bandeja de isopor com terra para germinar. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Lixeira de uso exclusivo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha na coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha no posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha no posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha no posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha no posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha no posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Lixeira de uso exclusivo. Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe trabalha na coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Tubos contendo amostras de sangue coletadas. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Tubos contendo amostras de sangue coletadas. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Tubos contendo amostras de sangue coletadas. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Tubos contendo amostras de sangue coletadas. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por micro leitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Tampão de corrida. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por microleitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Pipeta de transferência. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de amostra. Posto de testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Oxímetro digital de dedo. Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Posto de coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pela Seção de Medicina do Trabalho de Bio-Manguinhos.
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pela Seção de Medicina do Trabalho de Bio-Manguinhos.
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pela Seção de Medicina do Trabalho de Bio-Manguinhos.
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de uma amostra de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosa do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de uma haste flexível. Procedimento realizado pela Seção de Medicina do Trabalho de Bio-Manguinhos.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por micro leitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por micro leitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Swab com tubo para coleta de amostras. Coleta de material para testagem de coronavírus em trabalhadores da Fiocruz feita a partir de amostras de secreções da nasofaringe e orofaringe, mucosas do fundo do nariz e da garganta, respectivamente, com o uso de haste flexível. Procedimento realizado pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por microleitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por microleitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por microleitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por microleitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.
Teste rápido para Covid-19, TR DPP® COVID-19 IgM/IgG - Bio-Manguinhos. Teste imunocromatográfico em plataforma de duplo percurso, a partir da mesma amostra é possível realizar duas reações independentes simultaneamente e obter as detecções diferenciadas de IgM e IgG. Leitura eletrônica do resultado por micro leitor. Testagem sorológica dos trabalhadores e estudantes da Fiocruz em atividade presencial, em regime contínuo ou em revezamento, e que não apresentam sintomas relacionados à Covid-19. O inquérito epidemiológico visa levantar dados sobre a imunidade da comunidade interna.