Laboratório de produção de vacinas, Biomanguinhos.
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Monumento a frente do hospital, IFF.
Ambulatório do hospital, berçários.
Processo de ensinamento prático a formandos na área da saúde
Fotografia com tomada aérea do campus de manguinhos, em destaque; INCQS
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Investigação da ação de medicamentos antivirais sobre o novo coronavírus. Procedimento realizado pela equipe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo no Laboratório de Nível de Biossegurança 3 do Instituto Oswaldo Cruz.
Um dos jardins do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Estudos e análise de pesquisa laboratorial
Medidas preventivas contra a proliferação de mosquitos
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
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Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
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Vigilância do novo coronavírus em esgoto sanitário. Análises laboratoriais das amostras de esgoto coletadas em Niterói (RJ), realizadas no Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença.
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Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
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Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Busto de Oswaldo Cruz, localizado em frente ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI, campus Manguinhos.
Ilustração digital de ovos de Aedes aegypti
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Painel eletrônico para controle dos parâmetros do processo fementativo do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Parte da fachada frontal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Parte da fachada frontal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Busto em homenagem a Oswaldo Cruz localizado na entrada principal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Medição de massa em balança, vulgarmente dita medição de peso.
Medição de massa em balança, vulgarmente dita medição de peso.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Pipetas automáticas para análises químicas no laboratório de controle em processo no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor Vent.), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor Vent.), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flores de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Arbusto de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Coroa de Cristo (Euphorbia milii), conhecida também por bem-casados, colchão de noiva, coroa-de-espinho, dois irmãos ou martírios. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Antúrio (Anthurium andraeanum), também conhecido como flor de flamingo, lírio de flamingo e rabinho de porco. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Máquinas preparando o espaço para iniciar a concretagem
Máquinas preparando o espaço para iniciar a concretagem
Embalagem com preservativos masculinos.
Embalagem com preservativos masculinos.
Embalagem com preservativos masculinos.
Embalagem com preservativos masculinos.
Embalagem com preservativo masculino.
Embalagem com preservativo masculino.
Display para distribuição gratuita de preservativos masculinos na rede do SUS.
Preservativos masculinos distribuidos pela rede do SUS.
Preservativos masculinos distribuidos pela rede do SUS.
Preservativos masculinos distribuidos pela rede do SUS.
Preservativos masculinos distribuidos pela rede do SUS.
Embalagem aberta de preservativo masculino distribuido pela rede do SUS.
Embalagem aberta de preservativo masculino distribuido pela rede do SUS.
Preservativo masculino.
Preservativo masculino.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Aferição de pressão arterial.
Profissionais da saúde e o uso de equipamentos de prevenção à Covid-19. Variações de modelos e marcas do uso prolongado. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Skid do fermentador (plataforma de acesso e tubulações de utilidades) com tanques e painel de controle no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Skid do fermentador (plataforma de acesso e tubulações de utilidades) com tanques e painel de controle no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Profissional da saúde.
Profissional da saúde.
Profissional da saúde.
Equipe de profissionais da saúde.
Equipe de profissionais da saúde.
Jovem usuário de tabaco
Jovem usuário de tabaco
Mulher grávida usuária de tabaco
Mulher grávida usuária de tabaco
Pessoa segurando maçãs vermelhas. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.
Pessoa segurando maçãs vermelhas. Projeto Terrapia: alimentação viva e agroecologia na promoção da saúde.