Médico de chapéu ergue a mão para ajudar médica que se apóia em um tronco ao descer o barranco. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Médica segurando cajado e médico de chapéu caminham em trilha de pedras sobre pequeno córrego margeado por árvores. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Médico de chapéu e de costas, ao lado de uma árvore, observa de cima a paisagem e aponta para frente com o braço esquerdo. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Em pé em um barranco inclinado, no meio da vegetação, menina de cabelos trançados segura com o braço levantado um galho fino. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Em pé em um barranco inclinado no meio da vegetação, menina olha para cima observando médica no primeiro plano à esquerda. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina sorri apoiada em uma cerca de tronco. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina sorri apoiada em uma cerca de tronco. Ao fundo, uma ovelha em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina de brinco e cabelos trançados sorri apoiada em uma cerca de tronco. Ao fundo, uma ovelha em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina de brinco e cabelos trançados olha para baixo roendo as unhas apoiada em uma cerca de tronco. Ao fundo, ovelhas em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina de brinco e cabelos trançados sorri olhando pro lado. Ao seu redor, vegetação, troncos e espinhos. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina com feições tristes, sentada sobre cerca de troncos e galhos em meio à vegetação, olha para baixo. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina com feições tristes, sentada sobre cerca de troncos e galhos em meio à vegetação, olha para baixo. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina com feições sérias se apoia sobre cerca de tronco. Ao fundo, árvores e vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina olha para cima com expressão desconfiada. Ao fundo, troncos e galhos de árvore. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina apoiada em cerca de tronco com uma das mãos sobre a boca. Ao fundo, ovelhas em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina apoiada em cerca de tronco com uma das mãos sobre a boca. Ao fundo, ovelhas em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Menina sorri apoiada em uma cerca de tronco. Ao fundo, ovelhas em meio à vegetação. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Médico de chapéu em pé e médica sentada em cerca de troncos conversam com menina sorridente encostada na mesma cerca. Ao redor e ao fundo, vegetação de árvores e espinhos. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Médico de chapéu em pé e médica sentada em cerca de troncos interagem com menina encostada na mesma cerca. Ao redor e ao fundo, vegetação de árvores e espinhos. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Atrás de galhos de espinhos, o rosto de uma menina de feições sérias que olha levemente para cima. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Médico segura punho direito de mulher de chapéu e cabelos trançados. Ambos estão em pé no meio de uma estrada de terra e pedras. Ao fundo e à esquerda, o carro da equipe médica com a porta frontal direita aberta. Combate à doença de Chagas em Aiquile, cidade no Departamento de Cochabamba, Bolívia. Registro realizado para Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDI - Drugs for Neglected Diseases Initiative), em 2011, em parceria com a organização internacional Médicos Sem Fronteiras sobre a incidência na Bolívia da doença de Chagas, doença tropical potencialmente fatal causada pelo parasita (protozoário) Trypanosoma cruzi. Documentação feita com o fotógrafo e cinegrafista André François.
Carvoeiro em situação análoga à escravidão, apoia-se em sua pá em frente a forno de carvão. O registro integra parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego. Mato Grosso do Sul, 1998. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Casal de trabalhadores de carvoarias recostam um no outro dentro de seu barraco. Ambos aparentam cansaço e tristeza. João Anselmo e sua companheira, Olga Maria Martins, trabalham por anos em troca de comida em situação análoga à escravidão. Mato Grosso do Sul, 1998. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Resgate de trabalhadores escravizados no Pará. Os trabalhadores fazem fila e são identificados por auditores fiscais do trabalho como parte de uma série de atividades com o objetivo de regularizar suas documentações e terem seus direitos garantidos. Depois de seus dados e relatos serem colhidos, ele são fotografados para que possam anexar a foto na carteira de trabalho. A escravização dos trabalhadores ocorreu na fazenda Tuerê, no município de Senador José Porfírio, vizinho à Rodovia Transamazônica, no Pará. 126 trabalhadores foram escravizados na grilagem de 180 alqueires do fazendeiro e médico oftalmologista José Nicomedes e do empreiteiro Alberto Danga, auxiliados pelos “gatos” (intermediadores de mão-de-obra no meio rural) Rubens e Coca e pelo cantineiro Renê. Parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego, 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Apanhadora de flores sempre-vivas carrega um buquê na cabeça resultado de sua coleta, também chamada de "panha". A mulher pertence à comunidade Galheiros, composta de apanhadores de flores. Situados na Serra do Espinhaço, em Diamantina, os apanhadores de flores sempre-vivas são populações tradicionais do cerrado do norte de Minas Gerais que realizam a comercialização de produtos artesanais feitos a partir das flores nativas e têm esta atividade como uma das principais fontes de renda. Essas comunidades são reconhecidas internacionalmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) por seu sistema agroflorestal e preservação do cerrado, sendo consideradas Patrimônio Agrícola Mundial. Porém suas existências sofrem ameaças vindas de empreendimentos como a mineração e o desmatamento para plantio de eucalipto.
Menino lê livro didático em uma sala de aula de escola rural próxima à rodovia Transamazônica (BR 230). Outros três alunos observam, incluindo um que carrega um pássaro em seus dedos. À sua frente, a professora lê um caderno e, ao fundo, um filtro de barro e cartazes próximos a uma janela compõem o ambiente. Altamira, Pará, 1983. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Ataliba dos Santos, carvoeiro e vítima de trabalho análogo à escravidão, sorri enquanto mostra sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) em Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul, 1988. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Cezar, menino indígena guarani kaiowá, segura lápis no alto, levantando seu braço e olhando para cima enquanto outros alunos escrevem em cadernos. Eles estão sentados carteiras escolares em sala de aula. Aldeia Takuára, localizada em área de conflito entre os municípios de Caarapó e Juti, no Mato Grosso do Sul, outubro de 2000. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Uma mulher e três meninas sobre uma cama interagem. Uma das crianças se envolve na tela de um mosquiteiro que cai por cima dela enquanto, ao fundo, uma outra mulher as observa da porta do quarto. Comunidade Palheiros III, zona rural do município de Upanema, Rio Grande do Norte, 2003. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Coletores de mangaba em meio a vegetação nativa fazem pausa no trabalho. Duas mulheres, uma sentada e outra de pé, passam batom na boca enquanto se olham no espelho. Ao redor, outros trabalhadores as observam. Vila de Ponta Negra, zona sul de Natal, Rio Grande do Norte. A criação do Centro de Lançamento Barreira do Inferno, a primeira base aérea da América do Sul, que hoje é usada para o lançamento de foguetes, tomou grande extensão das terras onde eram colhidas as mangabas. Em busca de novos locais de coleta, um grupo dessas mulheres vai todas as segundas-feiras para Pium, bairro de Parnamirim, também no Rio Grande do Norte, trabalhar nessa profissão extrativista.
Trabalhadora rural, envolta em fumaça, acende um cigarro artesanal dentro de sua casa em Porteirinha, município localizado no extremo norte de Minas Gerais.
Cabras, bodes e uma ovelha cercam um homem idoso que segura uma panela com ração. Trata-se de uma região atingida por períodos prolongados de escassez de água. Na ocasião deste registro, que integra parte de documentação sobre a convivência com o semiárido, não chovia há dois anos. Comunidade Roça Velha, município de Floresta, Pernambuco.
Menina quilombola fotografa homem que está à sua frente. Ao fundo, outras meninas observam a cena na entrada de uma casa do Quilombo Vargem do Inhaí, comunidade de quilombolas apanhadores de flores. Situados na Serra do Espinhaço, em Diamantina, os apanhadores de flores sempre-vivas são populações tradicionais do cerrado do norte de Minas Gerais que realizam a comercialização de produtos artesanais feitos a partir das flores nativas e têm esta atividade como uma das principais fontes de renda. Essas comunidades são reconhecidas internacionalmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) por seu sistema agroflorestal e preservação do cerrado, sendo consideradas Patrimônio Agrícola Mundial. Porém suas existências sofrem ameaças vindas de empreendimentos como a mineração e o desmatamento para plantio de eucalipto.
Catadora de tomates carrega cesta com os frutos na cabeça. Atrás, outras duas mulheres trabalham na plantação. Todas usam trajes claros com capuz para protegerem-se do sol. Birigui, São Paulo, 1982. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Trabalhador carvoeiro em situação análoga à escravidão na Fazenda Castanhal do Ubá. O trabalhador segura uma pá diante de forno de carvão e tem um cesto com carvão aos pés. São João do Araguaia, Pará, 1983. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Família de trabalhadores do sisal. Em primeiro plano, um homem e uma mulher idosos usam chapéus e têm os olhos fechados e sorrisos expressando satisfação. A mulher repousa a mão direita no ombro do marido. Atrás do casal está um grupo de crianças. Bahia, 1983. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Família de carvoeiros em situação análoga à escravidão se abraça em frente aos fornos de carvão. O homem usa boné e olha para o filho, que o olha de volta enquanto segura os dedos do pai. A mulher, que tem um lenço na cabeça, olha para a câmera. Minas Gerais, 1985. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Trabalho infantil em carvoaria. Crianças envoltas em fumaça despejam carvão em carrinho de mão diante de forno. Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul, 1987. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Indígena guarani kaiowá cortador de cana-de-açúcar trabalhando em condições análogas à escravidão na usina Naviraí. Ele usa um boné para protegê-lo do sol e segura cana com a mão esquerda. Naviraí, Mato Grosso do Sul, 1987. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Sidney Pereira dos Reis, criança carvoeira trabalhando na Fazenda Financial. Ele se apoia em garfo usado para mover o carvão produzido. Seu sonho era ser jogador de futebol. Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul, 1988. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Casal de trabalhadores carvoeiros em situação análoga à escravidão se beija diante de um forno de carvoaria. O homem usa um chapéu preto e a mulher um lenço branco na cabeça. Os dois seguram o garfo usado para mover carvão. Minas Gerais, 1989. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Pessoas em bicicletas seguem caminhão que leva caixões cobertos com a bandeira do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) contendo os corpos das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial, da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Caminhão transporta caixões cobertos com a bandeira do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) contendo os corpos das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Homem carrega criança no colo durante enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Duas crianças participam do velório das vítimas do Massacre do Eldorado dos Carajás, ocorrido em 1996. Ao fundo, desfocado, estão os caixões. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Mulher carrega criança no colo em enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Em frente a eles, alguns homens estão segurando bandeiras. A criança os observa. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Homens carregam caixão durante enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da Fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda naquele momento. A Fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Pessoas transitam entre caixões durante o velório das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda Macaxeira naquele momento. A fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu dias depois, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Desmatamento na Amazônia. Trabalhadores em regime análogo à escravidão manuseiam serras-elétricas para desmatar a floresta. Santana do Araguaia, Pará, 1997. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Trabalhadores canavieiros que viviam como escravos em fazenda de cana-de-açúcar. Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul, 1997. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Carvoeiro em situação análoga à escravidão de pé no interior de um forno de carvão. Mato Grosso do Sul, 1998. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Indígenas guarani kaiowás da aldeia Paraguassú. De um lado são erguidos arcos e flechas e do outro armas de fogo. Ao centro, uma criança observa a cena. Os guarani kaiowás lutam para recuperar suas antigas terras sagradas (Teikorás) pois já chegavam a 10 mil expulsos. Com as lutas, chegaram a reduzir esse número para cerca de cinco mil, que ainda assim vivem trabalhando em regimes análogos à escravidão em fazendas, vivendo em beira de estradas, vivendo da venda de artesanato ou morando em favelas e vivendo de bicos. Hoje, com as áreas retomadas, há mais aldeias reocupadas do que reservas. O suicídio é um dos grandes problemas dos guarani kaiowás, principalmente entre os jovens. Ele ocorre principalmente nas reservas e entre os que estão sem aldeias mas, nas áreas retomadas, o suicído caiu para praticamente zero. Paranhos, Mato Grosso do Sul, outubro de 2000. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Resgate de 126 trabalhadores escravizados no Pará. Trabalhadores resgatados acenam do alto de caminhão. Fazenda Tuerê, no município Senador José Porfírio, vicinal principal da transamazônica no Pará. Parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego. Pará, dezembro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Resgate de 126 trabalhadores escravizados no Pará. Trabalhador que teve a mão amputada foi resgatado e assina documentação diante da polícia federal e dos auditores fiscais do trabalho. Fazenda Tuerê, no município Senador José Porfírio, vicinal principal da transamazônica no Pará. Parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego. Pará, dezembro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Cortadora de cana-de-açúcar em frente ao canavial de uma usina de biocombustível, açúcar e etanol. A trabalhadora usa trajes de proteção contra o sol e lesões. Ela sorri enquanto segura seus óculos e carrega um facão debaixo do braço. Pederneiras, São Paulo.
Rosto de uma mulher negra, cortadora de cana-de-açúcar, em frente ao canavial. A trabalhadora usa trajes de proteção contra o sol e lesões. Naviraí, Mato Grosso do Sul.
Agricultor olha para seus girassóis em meio ao campo de plantação. Ele usa um chapéu para se proteger do sol. José Ivan Monteiro Lopes e sua família são parceiros da organização Diaconia - organização social, de inspiração cristã e sem fins lucrativos - desde 1999. Antes, o agricultor vendia sua mão de obra para sobreviver, mas a vida de toda a família mudou quando começaram a participar das feiras agroecológicas da região. Hoje eles trabalham com a produção de mudas, frutas, mel, entre outros produtos, que comercializam nas feiras de Tuparetama e São José do Egito. Também vendem sua produção para o Estado através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em sua propriedade contam com barragem subterrânea, poços do tipo amazonas, cisterna, calçadão, viveiro de mudas, entre outras tecnologias sociais de convivência com o semiárido. Sítio Bom Sucesso, Ingazeira, Pernambuco.
Abóboras na feira.
Agricultora na plantação mostrando folhas recém colhidas.
Desfile de escola de samba na sapucaí
Variedades de alfaces na feira.
Verduras e legumes em banca de feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Galpão em meio rural
Galpão em meio rural
Crianças na creche
Crianças na creche ao assistir televisão
Crianças da creche Fiocruz em atividade com peças de brinquedo.
Cachos de bananas à venda na feira.
Cachos de bananas à venda na feira.
Destaque de personagem em bandeira de gremiação
Adereços de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Adereços de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Adereços de carnaval
Adereços de carnaval
Adereços de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Adereços de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Personagem e carro alegórico de carnaval
Batatas na feira.
Decorações de fantasia em escola de samba
Cebola roxa à venda em feira.
Chuchus na feira.
Colheres.
Colheres de pau.
Colher de pau.
Local de distribuição de alimentos in natura.
Alunos em processo de aprendizagem. Aula de informática na Escola de Saúde Pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em processo de aprendizagem. Aula de informática na Escola de Saúde Pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Instituição Pública Federal de Ensino
Professor ao ensinar a utilização de dados. Aula de informática, ESPJV
Alunos em processo de aprendizagem. Aula de informática na Escola de Saúde Pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Professor ao ensinar alunos da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Professor ao ensinar alunos da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Alunos em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Caderno de aulacom informativo sobre a prevenção da Dengue. Aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Caderno de aulacom informativo sobre a prevenção da Dengue. Aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Aluna em aula prática. Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Reunião de alunos no pátio da escola politécnica.
Reunião de alunos no pátio da escola politécnica.
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Aluno em aula de música, ESPJV.
Aluno em aula de música, ESPJV.
Anotação em sala de aula
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Anotação em sala de aula
Instituição Pública Federal de Ensino
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Aluno em sala de aula. Instituição Pública Federal de Ensino, ESPJV.
Anotação em sala de aula de ciências
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Menina ao praticar balé
Produção de carros alegóricos
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Decorações dos carros alegóricos de escolas de samba
Fotografia com tomada aérea do campus de manguinhos, em destaque; ENSP
Banca de feira com variedade de alimentos.
Banca de feira com variedade de alimentos.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos expostos em feira.
Alimentos expostos em feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos sendo vendidos na feira.
Alimentos à venda em feira.
Alimentos à venda em feira.
Alimentos à venda em feira.
Processo de montagem de feira.
Caixotes de feira.
Caixotes de feira.
Alimentos à venda em feira.
Alimentos à venda em feira.
Alimentos à venda em feira.
Alimentos à venda em feira.
Feirante parte ao meio uma abóbora.
Bloco educacional do prédio da Fiocruz Brasília (Gerência Regional de Brasília - Gereb), com suas fachadas envidraçadas, passarela de acesso à esquerda, pátio à direita e espelho d’água em primeiro plano. Neste bloco, funciona a Escola de Governo Fiocruz Brasília, equipada com salas de aula, biblioteca, laboratório de informática e auditório, além da sala de apoio à amamentação.
Detalhe do bloco educacional do prédio da Fiocruz Brasília (Gerência Regional de Brasília - Gereb), com sua fachada envidraçada e a cobertura da passarela de acesso. Inaugurada em junho de 2010, a edificação conquistou prêmios de arquitetura. Neste bloco, funciona a Escola de Governo Fiocruz Brasília, equipada com salas de aula, biblioteca, laboratório de informática e auditório, além da sala de apoio à amamentação.
Bloco educacional do prédio da Fiocruz Brasília (Gerência Regional de Brasília - Gereb), com sua fachada envidraçada, passarela de acesso e espelho d’água. À sua esquerda existe um pequeno horto de plantas medicinais. Neste bloco, funciona a Escola de Governo Fiocruz Brasília, equipada com salas de aula, biblioteca, laboratório de informática e auditório, além da sala de apoio à amamentação.
Vaca no pasto.
Vacas e bois no pasto.
Vacas e bois no pasto.
Irrigação artificial de plantação.
Laranjas à venda na feira.
Limões na feira.
Limões na feira.
Maçãs e bananas na feira.
Mãos mostrando feijões.
Pessoa preparando a terra para o plantio.
Enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda Macaxeira naquele momento. A fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu no dia 1 de maio de 1996, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Enterro das vítimas do Massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996, no município de mesmo nome. Nesta ocasião, 21 militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram mortos em uma emboscada pela Polícia Militar do Pará enquanto marchavam até Belém, capital do estado, exigindo a desapropriação de terras - em especial da fazenda Macaxeira - para a reforma agrária. Cerca de 1.500 famílias participaram da marcha e 3.500 famílias ocupavam a fazenda Macaxeira naquele momento. A fazenda Macaxeira acabou por ser desapropriada e se tornou o Assentamento 17 de Abril. O enterro das vítimas ocorreu no dia 1 de maio de 1996, na cidade de Curionópolis, Pará. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Menina peneira terra para plantio.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Coleta de amostras de esgoto em Niterói (RJ). O estudo para verificar a presença de material genético do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em amostras do sistema de esgotos da cidade tem por objetivo acompanhar o comportamento da disseminação do vírus ao longo da pandemia de Covid-19. Considerando que evidências científicas recentes mostram que o novo coronavírus é excretado em fezes, o projeto utiliza a análise de amostras de esgotos como um instrumento de vigilância, permitindo identificar regiões com presença de casos da doença. As análises são lideradas pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental em colaboração com o Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, ambos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O planejamento e a realização das coletas são feitos pelo Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), em colaboração com a concessionária Águas de Niterói, que opera os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos da cidade.
Ovos em caixote de feira.
Ovos à venda em feira.
Pepinos e berinjelas na feira.
Pessoa plantando uma muda.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Close de cabras
Pimentas à venda na feira.
Pimentões amarelos e alfaces na feira.
Pimetões e cenouras na feira.
Repolhos na feira.
Tangerinas sendo vendidas na feira.
Tangerinas sendo vendidas na feira.
Mãos segurando a terra.
Tomates na feira.
Tomates da feira.
Trabalhadores em situação análoga à escravidão recebem alimentação em quentinhas. Registro feito no ano de 1986 em uma fazenda de cana-de-açúcar, no Mato Grosso do Sul, a partir de denúncia do sindicato local de trabalhadores rurais. Após o registro da cena, o fotógrafo foi detido pela polícia. Imagem digitalizada a partir de original em película.