Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
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Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Operários montando a estrutura do Centro Hospitalar
Monumento em homenagem a Oswaldo Cruz
Arquitetura Fiocruz
Monumento em homenagem a Oswaldo Cruz
Colaborador voluntário observa área verde do Pão de Açúcar. Atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Colaborador voluntário observa área verde do Pão de Açúcar. Atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Colaborador voluntário fotografa vista do Rio de Janeiro na atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Colaborador voluntário fotografa vista do Rio de Janeiro na atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Morro dois irmãos, localizado dentro do território pertencente à Fiocruz Mata Atlântica com detalhes de parte da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes ao fundo.
Morro dois irmãos, localizado dentro do território pertencente à Fiocruz Mata Atlântica com detalhes de parte da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes ao fundo.
Os 3 mosquitos transmissores das principais Arboviroses que circulam no Brasil
Motorista de transporte público usa equipamentos de prevenção à Covid-19. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Muda de árvore plantada na atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Muda de árvore plantada na atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Muda de árvore plantada na atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Muda de planta produzida pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Mudas de planta produzidas pelo horto do Departamento de Gestão Ambiental (Cogic) da Fiocruz, campus Manguinhos.
Ilustração de mulher colocando máscara de proteção
Mulher usando o computador com a mão na boca
Ilustração de mulher usando máscara de proteção
Nhoque congelado de batata-doce cenoura.
Nhoques congelados de batata-doce e batata-doce cenoura.
Nuvens em céu azul.
Ténico avalia a pureza microbiana do cultivo celular na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico avalia a pureza microbiana do cultivo celular na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico avalia a pureza microbiana do cultivo celular na sala de inóculo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ora pro nóbis à venda em feira.
Ora pro nóbis e cúrcuma à venda em feira.
Busto de Oswaldo Cruz, localizado em frente a entrada frontal do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Busto de Oswaldo Cruz, localizado em frente a entrada frontal do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Busto de Oswaldo Cruz, localizado em frente a entrada frontal do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Busto de Oswaldo Cruz, localizado em frente ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas - INI, campus Manguinhos.
Busto em homenagem a Oswaldo Cruz. Localizado na entrada principal do Pavilhão Carlos Chagas, IOC.
Busto em homenagem a Oswaldo Cruz. Localizado na entrada principal do Pavilhão Carlos Chagas, IOC.
Ilustração de Oswaldo Gonçalves Cruz, em mural. Homenagem ao cientista, médico e sanitarista brasileiro, que viveu entre agosto de 19872 e fevereiro de 1917.
Ovos de galinha caipira.
Ovos de galinha caipira.
Ovos em caixote de feira.
Ovos à venda em feira.
Ilustração digital de ovos de Aedes aegypti
Ovos na geladeira.
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analísta de produção verifica os parâmetros do fermentador no painel de controle no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Painel eletrônico para controle dos parâmetros do processo fementativo do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Palmitos à venda na feira.
Palmitos à venda na feira.
Palmitos à venda na feira.
Colaboradores voluntários observam o Pão de Açúcar. Atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Pão de Açúcar. Atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Pães de queijo.
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Interior de objeto tecnológico fora de funcionamento
Detalhe em relevo nas paredes das varandas traseiras do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe em relevo nas paredes das varandas traseiras do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe em relevo nas paredes das varandas traseiras do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe em relevo nas paredes das varandas traseiras do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe em relevo nas paredes das varandas traseiras do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Ex-presidente da fiocruz
Parte da fachada frontal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Parte da fachada frontal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Busto em homenagem a Oswaldo Cruz localizado na entrada principal do Pavilhão Carlos Chagas. A edificação foi projetada em 1944 pela arquiteta Olenka Freire Greve, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, e teve participação ativa do diretor do Instituto Oswaldo Cruz à época, dr. Henrique Aragão. Foi construída a partir de 1946 e inaugurada em 1951. Apresenta arquitetura funcional e sem arroubos estéticos, seguindo a moderna tipologia dos hospitais monoblocos verticais. Também é conhecida como Pavilhão da Patologia.
Parte da fachada frontal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Entrada principal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Fachada frontal do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Torre do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Placa de identificação do Pavilhão do Relógio, projetado pelo arquiteto português Luiz Moraes Júnior, também responsável pelo Castelo da Fiocruz e pelos demais edifícios do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). Inspirado em construções ferroviárias inglesas, foi o primeiro prédio do NAHM a ficar pronto, em 1904. A construção abrigava atividades relacionadas ao bacilo da peste, como a preparação do soro e da vacina. Também chamado Pavilhão da Peste, possuía dois laboratórios: em um deles, eram mantidos os ratos infectados; no outro, era feita a análise das culturas de bactérias e se preparava a vacina. No módulo central, ficava a enfermaria para cavalos, com salas e baias onde aconteciam as inoculações e as sangrias dos animais. O Pavilhão contava ainda com um sistema de esgoto que tratava as águas usadas no prédio, para que fossem despejadas na rede geral livres de agentes causadores de doença. Posteriormente o prédio passou a ter outros usos. Serviu à fabricação da vacina contra a varíola e depois tornou-se sede da COC (dos anos 1980 até recentemente). Atualmente abriga a exposição “Manguinhos Revelado: um lugar de ciência”, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada traseira do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Detalhe da fachada lateral do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Perspectiva transversal das fachadas lateral e frontal do Pavilhão Figueiredo de Vasconcellos (Quinino). A edificação foi construída em 1919 e projetada pelo arquiteto Luiz Moraes Jr. O Pavilhão do Quinino, como é mais conhecido, foi construído para abrigar o Pavilhão de Medicamentos Oficiais. O edifício recebeu mais dois andares em 1943, com projeto de autoria de Nabor Foster, da Divisão de Obras, do Ministério da Educação e Saúde, supervisionado pelo próprio Luiz Moraes Jr. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1981, e faz parte do conjunto eclético do Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM).
Pepinos e berinjelas na feira.
Perfil
Henrique de Beaurepaire Rohan Aragão, cientista e professor, foi presidente da Fiocruz nos anos de 1942 a 1949
Olympio Ribeiro da Fonseca, cientista, pesquisador e médico, presidiu a Fiocruz no período de 1949 a 1953.
Cassio Miranda, médico bacteriologista. Presidente da Fiocruz nos anos 1953 a 1954
Francisco da Silva, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1954 a 1955
Antonio Augusto, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1955 a 1958
Almica Vianna, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1958 a 1960
Tico Acorverd, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1960 a 1961
Joaquim Travassos, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1962 a 1964
Francisco de Paula, médico, cientista e político . Presidente da Fiocruz nos anos 1964 a 1969
José Guilherme, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1969 a 1970
Oswaldo Cruz Filho, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1970 a 1972
Oswaldo Lopes, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1972 a 1975
Vinícius Fonseca, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1975 a 1979
Guilardo Martins, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1979 a 1985
Sergio Arouca, médico, cientista e professor. Presidente da Fiocruz nos anos 1985 a 1989
Akira Homma; médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1989 a 1990
Luis Fernando, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1990
Herman Gonçalves Schatzmayr, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1990 a 1992
Euclides Ayres, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1992
Carlos Medícis Morel, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1992 a 1997
Elói de Souza, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 1997 a 2000
Paulo Buss, médico e cientista. Presidente da Fiocruz nos anos 2000 a 2008
Sergio Arouca, médico, cientista e professor. Presidente da Fiocruz nos anos 1985 a 1989
Medição de massa em balança, vulgarmente dita medição de peso.
Medição de massa em balança, vulgarmente dita medição de peso.
Close de cabras
Contra luz de mulher e borboleta na frente do Castelo Mourisco
Sabonete líquido e torneira.
Pia de lavabo.
Sabonete líquido e pia.
Sabonete líquido e pia.
Sabonete líquido e pia.
Sabonete líquido e pia.
Torneira de banheiro.
Torneira de banheiro.
Pia de lavabo.
Pia de lavabo.
Pia de lavabo.
Pimentas à venda na feira.
Pimentões amarelos e alfaces na feira.
Pimetões e cenouras na feira.
Indígena da aldeia Marakaná com tinta de jenipapo.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Pintura corporal feita com tinta de jenipapo por indígena da aldeia Marakaná.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Etapas de preparação para operação química retrirando da embalagem uma pipeta volumétrica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico prepara o pipetador automático para semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Pipetas embaladas.
Pipetas automáticas para análises químicas no laboratório de controle em processo no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Detalhe do piso em mosaico colorido, feito de pastilhas de cerâmicas francesas, localizado na base da escadaria principal do hall de entrada do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do primeiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do primeiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do primeiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do primeiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do primeiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Detalhe do piso ornamentado feito de pastilhas de cerâmicas francesas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado no hall de entrada da escadaria do primeiro andar do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe do piso ornamentado feito de pastilhas de cerâmicas francesas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na base da escadaria do segundo andar do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do segundo piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Detalhe do piso ornamentado feito de pastilhas de cerâmicas francesas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do terceiro piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso ornamentado feito de pastilhas, a distribuição dos mosaicos encontrados no pavilhão, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Localizado na varanda frontal do segundo piso no Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional e piso tátil de alerta. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil de alerta e piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil de alerta e piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil de alerta e piso tátil direcional. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional e piso tátil de alerta. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional e piso tátil de alerta. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil direcional e piso tátil de alerta. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Piso tátil de alerta. Placas em alto-relevo fixadas no chão que auxiliam a locomoção de pessoas com deficiências visuais.
Manipulação de placas de Petri na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico introduz placas de Petri em estufa bacteriológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Macrofotografia de folha de boldo.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Pinhão roxo (Jatropha gossypiifolia), conhecido também por pião roxo ou raiz de teú. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia seguine), também chamada aningá do Pará, bananeira dágua ou cana de imbé. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Avelós (Euphorbia tirucalli), também conhecido como dedo do diabo, espinho de Cristo, forquilha, graveto do cão e pau pelado. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espirradeira (Nerium oleander), também chamada de aloendro, flor de São José, louro rosa, nerio ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor Vent.), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Tinhorão (Caladium bicolor Vent.), também chamado de caládio, coração de Jesus, taiá ou tajá. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Costela de Adão (Monstera deliciosa). Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Jibóia (Scindapsus aureus), também conhecida como jibóia verde. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), também chamada de língua de sogra, rabo de lagarto e sanseviéria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flores de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Arbusto de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Flor de azaléia (Rhododendron indicun), também chamada de loureiro branco ou rododendro. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Hera (Ficus pumila), também chamada herinha ou unha de gato. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana), também conhecido por aoaimirim, bolsa de pastor, cerbera, jorro jorro ou noz de cobra. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Mamona (Ricinus communis), também conhecida como carrapateira, palma-cristi ou rícino. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Camará (Lantana camara), também chamado de cambará, chumbinho e lantana. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Coroa de Cristo (Euphorbia milii), conhecida também por bem-casados, colchão de noiva, coroa-de-espinho, dois irmãos ou martírios. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Alamanda (Allamanda cathartica), chamada também de carolina, cipó de leite, comandau, dedal de dama, quatro patacas amarela e santa maria. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.
Cega olho (Isotama longiflora), conhecido também por arrebenta boi, arrebenta cavalo e jasmim da Itália. Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, SINITOX.