Artesã indígena Guarani expõe artesanatos para venda aos visitantes em fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro.
Colares e pulseiras feitas em artesanato Guarani.
Miniaturas de animais esculpidas em madeira feitas em artesanato Guarani.
Assinatura de Luiz Moraes Júnior, engenheiro-arquiteto português responsável por projetar o então edifício sede do Instituto Oswaldo Cruz, o Castelo Mourisco, símbolo da Fiocruz. Fundação Oswaldo Cruz, campus Manguinhos.
Máquinas aterrando o campo de futebol
Máquinas aterrando o campo de futebol
Máquinas aterrando o campo de futebol
Máquinas aterrando o campo de futebol
Equipamentos de ilumiação em estúdio de produção audiovisual
Equipamentos de som para produção audiovisual, Vídeo Saúde.
Equipamentos de produção audiovisual.
Equipamentos de produção audiovisual.
Equipamentos de reprodução audiovisual.
Equipamentos de reprodução audiovisual.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Placa utilizada na aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Placa utilizada na aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Placa utilizada na aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
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Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
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Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Aplicação de auriculoterapia, abordagem terapêutica oferecida pelo SUS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICS). Também chamada de acupuntura auricular, a técnica tem sua origem nas medicinas chinesa e francesa. A prática visa promover uma regulação psíquico-orgânica através de estímulos às zonas neurorreativas em pontos específicos da orelha , tratando disfunções físicas, emocionais e mentais. Para realização da pressão podem ser usadas esferas de aço, ouro, prata, plástico ou sementes de mostarda.
Preparo de suco de clorofila.
Preparo de suco de clorofila.
Preparo de suco de clorofila.
Detalhe do guarda-corpos composto por balaústres de cimento e peitoril em mármore de carrara, localizado no corredor da varanda frontal do Castelo da Fiocruz, campus Manguinhos.
Detalhe de um tronco de bambu.
Cachos de bananas à venda na feira.
Cachos de bananas à venda na feira.
Cachos de bananas à venda na feira.
Preparação de meio de cultura em becker e agitador magnético no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Preparação de meio de cultura em becker e agitador magnético no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Batatas na feira.
Batatas-doces à venda na feira.
Variedades de batatas-doces à venda em feira.
Venda de batata-doce.
Batatas-doces cenoura e abóboras à venda em feira.
Fachada lateral do prédio da biblioteca de manguinhos.
Interior do salão da Biblioteca de Manguinhos, homenagem aos ex-presidentes da Fiocruz
Interior da edificação e salas de leitura, ICICT.
Salão de exposições, localizado na entrada de acesso.
Usuário ao sair do salão de leituras.
Recorte de detalhe em arquitetura de interior, janelas da biblioteca.
Fachada frontal do prédio da biblioteca de manguinhos.
Fachada frontal do prédio da biblioteca de manguinhos.
Fachada frontal do prédio da biblioteca de manguinhos.
Fachada lateral do prédio da biblioteca de manguinhos.
Fachada lateral do prédio da biblioteca de manguinhos.
Interior da edificação, rampa de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
Interior da edificação, rampas de acesso aos setores da unidade.
detalhe da escada de acesso na biblioteca
detalhe da escada de acesso na biblioteca
Salão da Biblioteca de Ciências Biomédicas, seção de Obras Raras, localizado dentro do castelo mourisco
Salão da Biblioteca de Ciências Biomédicas, seção de Obras Raras, localizado dentro do castelo mourisco
Salão da Biblioteca de Ciências Biomédicas, seção de Obras Raras, localizado dentro do castelo mourisco
Detalhe do salão de leitura do Setor de Obras Raras A. Overmeer.
Entrada do Biobanco da Biodiversidade e Saúde (inicialmente chamado de Biobanco Covid-19 da Fiocruz), que tem como objetivo o armazenamento seguro, confiável, ético, legal e rastreável de material biológico humano e da biodiversidade, começando com vírus. Com a ampliação de escopo e mudança de nome, além de armazenar materiais biológicos humanos e vírus relacionados à Covid-19, passou a incluir o depósito de materiais biológicos humanos relativos a outros agravos e emergências em saúde pública e de outros vírus de interesse taxonômico, epidemiológico e biotecnológico. O BBS-Fiocruz é uma infraestrutura biotecnológica e um centro provedor de serviços e materiais biológicos de alta qualidade para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação na área da saúde.
Entrada do Biobanco da Biodiversidade e Saúde (inicialmente chamado de Biobanco Covid-19 da Fiocruz), que tem como objetivo o armazenamento seguro, confiável, ético, legal e rastreável de material biológico humano e da biodiversidade, começando com vírus. Com a ampliação de escopo e mudança de nome, além de armazenar materiais biológicos humanos e vírus relacionados à Covid-19, passou a incluir o depósito de materiais biológicos humanos relativos a outros agravos e emergências em saúde pública e de outros vírus de interesse taxonômico, epidemiológico e biotecnológico. O BBS-Fiocruz é uma infraestrutura biotecnológica e um centro provedor de serviços e materiais biológicos de alta qualidade para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação na área da saúde.
Entrada do Biobanco da Biodiversidade e Saúde (inicialmente chamado de Biobanco Covid-19 da Fiocruz), que tem como objetivo o armazenamento seguro, confiável, ético, legal e rastreável de material biológico humano e da biodiversidade, começando com vírus. Com a ampliação de escopo e mudança de nome, além de armazenar materiais biológicos humanos e vírus relacionados à Covid-19, passou a incluir o depósito de materiais biológicos humanos relativos a outros agravos e emergências em saúde pública e de outros vírus de interesse taxonômico, epidemiológico e biotecnológico. O BBS-Fiocruz é uma infraestrutura biotecnológica e um centro provedor de serviços e materiais biológicos de alta qualidade para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação na área da saúde.
Ilustração de Oswaldo Gonçalves Cruz, em mural à esquerda e, à direita, portaria do Biobanco da Biodiversidade e Saúde (inicialmente chamado de Biobanco Covid-19 da Fiocruz), que tem como objetivo o armazenamento seguro, confiável, ético, legal e rastreável de material biológico humano e da biodiversidade, começando com vírus. Com a ampliação de escopo e mudança de nome, além de armazenar materiais biológicos humanos e vírus relacionados à Covid-19, passou a incluir o depósito de materiais biológicos humanos relativos a outros agravos e emergências em saúde pública e de outros vírus de interesse taxonômico, epidemiológico e biotecnológico. O BBS-Fiocruz é uma infraestrutura biotecnológica e um centro provedor de serviços e materiais biológicos de alta qualidade para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação na área da saúde.
Bolas de tênis.
Bolsas de coleta, obra da artista plástica Martha Niklaus, localizada no saguão da Biblioteca de Manguinhos. Painel composto por sete sacos em telas de aço, recheados com elementos representando os mundos animal, mineral e vegetal: conchas, cristais, madeira, ovos, sementes e ossos. A última bolsa contém livros e chips de computador, representando o conhecimento.
Bolsas de coleta, obra da artista plástica Martha Niklaus, localizada no saguão da Biblioteca de Manguinhos. Painel composto por sete sacos em telas de aço, recheados com elementos representando os mundos animal, mineral e vegetal: conchas, cristais, madeira, ovos, sementes e ossos. A última bolsa contém livros e chips de computador, representando o conhecimento.
Bolsas de coleta, obra da artista plástica Martha Niklaus, localizada no saguão da Biblioteca de Manguinhos. Painel composto por sete sacos em telas de aço, recheados com elementos representando os mundos animal, mineral e vegetal: conchas, cristais, madeira, ovos, sementes e ossos. A última bolsa contém livros e chips de computador, representando o conhecimento.
Bombona de armazenamento com torneira no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Bombonas com kit de segurança para produtos tóxicos na CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Bondinho do Pão de Açúcar e orla de Botafogo. Atividade de reflorestamento do Morro da Urca promovida pelo Projeto Pão de Açúcar Verde em parceria com a Fiocruz.
Botão do elevador do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Leitura em Braille.
Letras e seus respectivos sinais Braille.
Leitura em Braille.
Leitura em Braille.
Letras e seus respectivos sinais Braille.
Texto em Braille.
Bromélias nas pedras
Bule no fogão.
Busto em homenagem à Oswaldo Gonçalves Cruz, cientista, médico e sanitarista brasileiro, que viveu entre agosto de 19872 e fevereiro de 1917. Ao fundo, edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Busto em homenagem à Oswaldo Gonçalves Cruz, cientista, médico e sanitarista brasileiro, que viveu entre agosto de 1872 e fevereiro de 1917. Ao fundo, edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Busto em homenagem à Oswaldo Gonçalves Cruz, cientista, médico e sanitarista brasileiro, que viveu entre agosto de 1872 e fevereiro de 1917. Ao fundo, edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Ténico fracionando meios de cultura estéries em frascos Erlenmeyer no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico fracionando meios de cultura estéries em frascos Erlenmeyer no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico fracionando meios de cultura estéries em frascos Erlenmeyer no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico manuseando suporte filling bell para fracionamento do meio de cultura estéril no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico preparando para manipulação asséptica em cabine de segurança biológica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ténico preparando para manipulação asséptica em cabine de segurança biológica no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Assento preferencial para pessoas com mobilidade reduzida.
Café da manhã.
Copo de suco e xícara de café.
Xícara de café.
Pão com manteiga.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
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Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Campanha de vacinação contra a febre amarela.
Ampola de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza, Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Ampola de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza, Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Ampolas de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza, Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Ampolas de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza, Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Ampolas de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza, Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust).
Equipe de enfermeiros. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeira na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeira na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeira na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro prepara a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro prepara a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeira na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeira na sala de vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Enfermeiro aplica a vacina. Campanha de vacinação contra a influenza realizada pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) durante a pandemia de covid-19.
Edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Palmeiras azuis em frente ao edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Palmeiras azuis em frente ao edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Edifício-sede do Campus Maré, também conhecido como Prédio da Expansão, onde funcionam instalações das áreas administrativas, de ensino e de pesquisa.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico utilizando a glove box para operações químicas no CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Busto de Carlos Chagas, localizado no jardim em frente a fachada principal do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Carrinho de transporte com bombonas de armazenamento. Ao fundo um tanque para sacos apirogênicos no CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Fusca estacionado na calçada.
Fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro, coberta com telhas de amianto.
Fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro, coberta com telhas de amianto.
Fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro, coberta com telhas de amianto.
Crianças indígenas Guarani brincando em frente à casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro.
Parte da fachada do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Vista ampliada da fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Parte da fachada do Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Silhueta de uma das janelas do castelo mourisco
Castelo mourisco iluminado a noite
Castelo mourisco iluminado a noite
Castelo mourisco iluminado a noite
Castelo mourisco iluminado a noite
Castelo mourisco iluminado a noite
Castelo mourisco iluminado a noite
Silhueta de uma das janelas do castelo mourisco
Ilustração do Castelo Mourisco da Fiocruz, campus Manguinhos.
Ilustração do Castelo Mourisco da Fiocruz, campus Manguinhos.
Manunteção e limpeza da escadaria de acesso ao Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Manunteção e limpeza da escadaria de acesso ao Castelo Mourisco, campus Manguinhos.
Ladrilhos decorativos encontrados nas paredes da varanda frontal do primeiro piso do Castelo Mourisco, campus Manguinhos. Confeccionados em Portugal, na fábrica Bordalo Pinheiro.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.
Vista ampliada do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Vista ampliada do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Entrada principal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Entrada principal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Entrada principal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Detalhe da fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Detalhe da fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Detalhe da fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Detalhe da fachada frontal do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Vista de uma das janelas traseiras do Pavilhão Mourisco, também chamado Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana e sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural.
Perspectiva transversal das fachadas frontal e lateral da Cavalariça, um dos prédios históricos que compõem o Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). O prédio foi projetado em estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr., no início do século 20. Construído entre 1904 e 1905, a construção era utilizada para acolher os cavalos usados para a produção de soros contra a peste bubônica. Hoje o ambiente abriga exposições do Museu da Vida.
Perspectiva transversal das fachadas frontal e lateral da Cavalariça, um dos prédios históricos que compõem o Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). O prédio foi projetado em estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr., no início do século 20. Construído entre 1904 e 1905, a construção era utilizada para acolher os cavalos usados para a produção de soros contra a peste bubônica. Hoje o ambiente abriga exposições do Museu da Vida.
Perspectiva transversal das fachadas frontal e lateral da Cavalariça, um dos prédios históricos que compõem o Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). O prédio foi projetado em estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr., no início do século 20. Construído entre 1904 e 1905, a construção era utilizada para acolher os cavalos usados para a produção de soros contra a peste bubônica. Hoje o ambiente abriga exposições do Museu da Vida.
Fachada frontal da Cavalariça, um dos prédios históricos que compõem o Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). O prédio foi projetado em estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr., no início do século 20. Construído entre 1904 e 1905, a construção era utilizada para acolher os cavalos usados para a produção de soros contra a peste bubônica. Hoje o ambiente abriga exposições do Museu da Vida.
Fachada frontal da Cavalariça, um dos prédios históricos que compõem o Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (NAHM). O prédio foi projetado em estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr., no início do século 20. Construído entre 1904 e 1905, a construção era utilizada para acolher os cavalos usados para a produção de soros contra a peste bubônica. Hoje o ambiente abriga exposições do Museu da Vida.
Cebola roxa à venda em feira.
Higienização do aparelho de telefone celular. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Escada na entrada do Centro de Pesquisa, Inovação e Vigilância em Covid-19 e Emergências Sanitárias – Pavilhão Luiz Fernando Ferreira. O Centro é resultado de projeto idealizado em 2021 com a finalidade de oferecer condições para a produção técnico-científica da Fiocruz e desenvolver uma agenda de pesquisas para o Sistema Único de Saúde (SUS) sobre Covid-19 e possíveis emergências sanitárias futuras.
Fachada lateral do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris). O órgão, responsável pela assessoria direta da Presidência da Fiocruz, foi criado em 2009 com o objetivo de coordenar e apoiar as atividades internacionais da Fundação.
Placa de identificação do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris). O órgão, responsável pela assessoria direta da Presidência da Fiocruz, foi criado em 2009 com o objetivo de coordenar e apoiar as atividades internacionais da Fundação.
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Os quartos individuais possuem uma tubulação responsável por sugar o ar contaminado que passa por um sistema de filtragem antes de ser eliminado.
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Os quartos individuais possuem uma tubulação responsável por sugar o ar contaminado que passa por um sistema de filtragem antes de ser eliminado.
Centro Hospitalar Covid-19 do Instituto Nacional de Infectologia, INI. Unidade hospitalar de montagem rápida com 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Os quartos individuais possuem uma tubulação responsável por sugar o ar contaminado que passa por um sistema de filtragem antes de ser eliminado.