Trabalhadores canavieiros que viviam como escravos em fazenda de cana-de-açúcar. Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul, 1997. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Carinho entre pai e filho em região de seca no nordeste brasileiro. Eles se beijam e se abraçam agachados no chão de barro. Estão ao lado de uma pilha de lenha e à frente de uma casa de taipa. Paraíba, 1998. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Carvoeiro em situação análoga à escravidão de pé no interior de um forno de carvão. Mato Grosso do Sul, 1998. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Indígenas guarani kaiowás da aldeia Paraguassú. De um lado são erguidos arcos e flechas e do outro armas de fogo. Ao centro, uma criança observa a cena. Os guarani kaiowás lutam para recuperar suas antigas terras sagradas (Teikorás) pois já chegavam a 10 mil expulsos. Com as lutas, chegaram a reduzir esse número para cerca de cinco mil, que ainda assim vivem trabalhando em regimes análogos à escravidão em fazendas, vivendo em beira de estradas, vivendo da venda de artesanato ou morando em favelas e vivendo de bicos. Hoje, com as áreas retomadas, há mais aldeias reocupadas do que reservas. O suicídio é um dos grandes problemas dos guarani kaiowás, principalmente entre os jovens. Ele ocorre principalmente nas reservas e entre os que estão sem aldeias mas, nas áreas retomadas, o suicído caiu para praticamente zero. Paranhos, Mato Grosso do Sul, outubro de 2000. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Edmilson Martins, menino indígena do povo guarani kaiowá, se esconde embaixo de altar na casa do cacique Francisco Benitez. O altar é composto por objetos simbólicos como vela, cachimbo e cordão, além de imagens sagradas, algumas associadas ao cristianismo, como São Jorge e Nossa Senhora. Terra Indígena Jaguapiré, município de Tacuru, Mato Grosso do Sul, outubro de 2000. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Mulher ergue bandeira em frente a faixa e manifestantes em protesto na primeira edição do Fórum Social Mundial. Ela carrega mais uma bandeira em volta de seu corpo e outra pendurada no braço. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 23 e 28 de janeiro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Manifestantes em roda balançam juntos uma grande bandeira do Brasil durante a primeira edição do Fórum Social Mundial, ocorrida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 23 e 28 de janeiro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Mulheres negras, africanas e brasileiras, erguem os punhos enquanto cantam em microfones durante o encerramento da primeira edição do Fórum Social Mundial, ocorrida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 23 e 28 de janeiro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Resgate de 126 trabalhadores escravizados no Pará. Trabalhadores resgatados acenam do alto de caminhão. Fazenda Tuerê, no município Senador José Porfírio, vicinal principal da transamazônica no Pará. Parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego. Pará, dezembro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Resgate de 126 trabalhadores escravizados no Pará. Trabalhador que teve a mão amputada foi resgatado e assina documentação diante da polícia federal e dos auditores fiscais do trabalho. Fazenda Tuerê, no município Senador José Porfírio, vicinal principal da transamazônica no Pará. Parte de documentação dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) de combate ao trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego. Pará, dezembro de 2001. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Milhares de pessoas em manifestação, algumas em cima de carro de som e outras carregando faixas, durante uma passeata na abertura da segunda edição do Fórum Social Mundial, ocorrida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2002. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Dezenas de homens e mulheres usando keffiyeh, tradicional lenço palestino, erguem cartazes e bandeiras em manifestação em defesa da Palestina. O evento ocorreu durante a segunda edição do Fórum Social Mundial, ocorrida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2002. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Manifestantes carregando faixas e bandeiras marcham em protesto contra a ALCA, Área de Livre Comércio das Américas, proposta pelo presidente norte-americano George H. W. Bush na década de 1990. O evento ocorreu durante a segunda edição do Fórum Social Mundial, ocorrida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2002. Imagem digitalizada a partir de original em película.
Cortadora de cana-de-açúcar em frente ao canavial de uma usina de biocombustível, açúcar e etanol. A trabalhadora usa trajes de proteção contra o sol e lesões. Ela sorri enquanto segura seus óculos e carrega um facão debaixo do braço. Pederneiras, São Paulo.
Rosto de uma mulher negra, cortadora de cana-de-açúcar, em frente ao canavial. A trabalhadora usa trajes de proteção contra o sol e lesões. Naviraí, Mato Grosso do Sul.
Akayeratá dos Santos e sua mãe Noêmia Alves dos Santos, indígenas pataxós, se abraçam em momento de afeto em frente à sua casa na aldeia Jaqueira, entre Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália, no sul da Bahia.
Crianças brincam de corrida do saco em campo de areia no Quilombo Agrovila Marudá, comunidade criada em compensação pela remoção de mais de 300 famílias quilombolas devido à instalação do Centro Espacial de Alcântara - anteriormente conhecido como Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Nesse processo, que envolveu 152 comunidades, as famílias foram levadas para locais onde era impossível manter seu modo de vida. O que levou o Brasil a um julgamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos por violação da propriedade coletiva das comunidades quilombolas da região. Alcântara, Maranhão.
Rosto de uma menina quilombola da Ilha da Ressaca, dentro do Quilombo Lapinha, lar de quilombolas vazanteiros. Atrás dela, na parede, estão pendurados dois calendários e um tecido contendo itens de higiene. Os vazanteiros são um povo tradicional com forte influência indígena, quilombola e ribeirinha, que construiu uma profunda relação com os ciclos e dinâmicas dos rios, principalmente o Rio São Francisco.
Menina vazanteira, da comunidade Ilha de Pau Preto, salta de lado na água e brinca no rio. Os vazanteiros são um povo tradicional com forte influência indígena, quilombola e ribeirinha, que construiu uma profunda relação com os ciclos e dinâmicas dos rios, principalmente o Rio São Francisco. A comunidade Ilha de Pau Preto está localizada no entorno do Parque Estadual Verde Grande, município de Matias Cardoso, no Norte de Minas Gerais.
Agricultor olha para seus girassóis em meio ao campo de plantação. Ele usa um chapéu para se proteger do sol. José Ivan Monteiro Lopes e sua família são parceiros da organização Diaconia - organização social, de inspiração cristã e sem fins lucrativos - desde 1999. Antes, o agricultor vendia sua mão de obra para sobreviver, mas a vida de toda a família mudou quando começaram a participar das feiras agroecológicas da região. Hoje eles trabalham com a produção de mudas, frutas, mel, entre outros produtos, que comercializam nas feiras de Tuparetama e São José do Egito. Também vendem sua produção para o Estado através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em sua propriedade contam com barragem subterrânea, poços do tipo amazonas, cisterna, calçadão, viveiro de mudas, entre outras tecnologias sociais de convivência com o semiárido. Sítio Bom Sucesso, Ingazeira, Pernambuco.
Pescador quilombola joga a tarrafa - rede de pesca circular com pequenos pesos distribuídos em torno de toda a circunferência de sua malha - em pesca artesanal no Rio São Francisco. Ilha da Ressaca, dentro do Quilombo Lapinha, lar de quilombolas vazanteiros, povo tradicional com forte influência indígena, quilombola e ribeirinha, que construiu uma profunda relação com os ciclos e dinâmicas dos rios, principalmente o Rio São Francisco.
Apanhador de flores sempre-vivas se debruça para a coleta das flores, também chamada de "panha". O homem é da comunidade Galheiros, composta de apanhadores de flores. Situadas na Serra do Espinhaço em Diamantina, as comunidades de apanhadores de flores sempre-vivas são populações tradicionais do cerrado do norte de Minas Gerais que realizam a comercialização de produtos artesanais feitos a partir das flores nativas e têm esta atividade como uma das principais fontes de renda. Essas comunidades são reconhecidas internacionalmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) por seu sistema agroflorestal e preservação do cerrado, sendo consideradas Patrimônio Agrícola Mundial. Porém suas existências sofrem ameaças vindas de empreendimentos como a mineração e o desmatamento para plantio de eucalipto.
Mãe e filho sorriem um para o outro em um momento de afeto. Ela coloca as mãos sobre o rosto do menino e encosta seu nariz no dele. Vivem na Comunidade Quilombola São Raimundo, situada a cerca de 50 quilômetros da cidade de Alcântara, estado do Maranhão, e formada por aproximadamente 80 famílias. A comunidade já é certificada pela Fundação Palmares como um Quilombo e, até março de 2015, quando o registro da imagem foi feito, o processo de titulação encontrava-se em andamento. Esta comunidade não está na região que foi tomada pelo Centro Espacial de Alcântara - anteriormente conhecido como Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
Dona Jovita Maria Gomes Correia, apanhadora de flores sempre-vivas, montada em um cavalo depois de feita a coleta das flores, também chamada de "panha". No primeiro plano, pode-se ver a carga com as flores coletadas. A trabalhadora está na região do Covão, na Chapada do Espinhaço, localizada na fronteira com o Parque Estadual do Rio Preto, entre Couto Magalhães e Diamantina. Dona Jovita é parte da liderança dos povos tradicionais, nascida e criada na comunidade quilombola e de apanhadores de flores sempre-vivas Mata dos Crioulos. Situados na Serra do Espinhaço, em Diamantina, os apanhadores de flores sempre-vivas são populações tradicionais do cerrado do norte de Minas Gerais que realizam a comercialização de produtos artesanais feitos a partir das flores nativas e têm esta atividade como uma das principais fontes de renda. Essas comunidades são reconhecidas internacionalmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) por seu sistema agroflorestal e preservação do cerrado, sendo consideradas Patrimônio Agrícola Mundial. Porém suas existências sofrem ameaças vindas de empreendimentos como a mineração e o desmatamento para plantio de eucalipto.
Mulheres negras erguem os punhos e carregam faixas em protesto pelo assassinato da vereadora do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes. A manifestação ocorreu um dia após o crime e denunciava a ocupação militar e a morte de mulheres e de negros nas favelas do Rio de Janeiro. O ato começou na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, foi para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), para a Igreja da Candelária e retornou à Cinelândia.
Mosquito Aedes aegypti, pupas e adulto emergindo.
Mosquito Aedes aegypti, pupas e adulto emergindo.
Mosquito Aedes aegypti, pupas e adulto emergindo.
Mosquito Aedes aegypti.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa segurando um nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa segurando um nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa usando nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa segurando um nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Pessoa segurando um nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Nebulímetro, popularmente conhecido como bombinha, dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Modelos de nebulímetros. Popularmente conhecido como bombinha, trata-se de um dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Modelos de nebulímetros. Popularmente conhecido como bombinha, trata-se de um dispositivo inalatório usado no tratamento de determinadas doenças respiratórias.
Abóboras e batatas-doces cenoura à venda em feira.
Abóboras na feira.
Mulher abrindo a porta com o cotovelo
Absorvente feminino descartável de uso externo. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente feminino descartável de uso externo. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente descartável de uso externo aberto. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente descartável de uso externo aberto. Produto de higiene íntima.
Absorventes femininos descartáveis de uso externo. Produto de higiene íntima.
Caixa transparente com absorventes femininos descartáveis de uso externo. Produto de higiene íntima.
Caixa transparente com absorventes femininos descartáveis de uso externo. Produto de higiene íntima.
Mulher entregando absorvente descartável de uso externo para outra pessoa. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente descartável de uso externo aberto. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente descartável de uso externo aberto. Produto de higiene íntima.
Mulher segurando um absorvente descartável de uso externo aberto. Produto de higiene íntima.
Cumprimentar através de acenos
Cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Sinalização de vaga para pessoas com deficiência física.
Sinalização de vaga para pessoas com deficiência física.
Uso de cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Sinalização para pessoas com deficiência.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Usuário de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Usuário de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Representação tridimensional de pintura sobre tela. A reprodução da obra em texturas permite que pessoas cegas ou com baixa visão possam vivenciar a mesma através do tato.
Cadeirante andando.
Cadeirante andando.
Cadeirante andando.
Cadeirante andando.
Uso de cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Cadeira de rodas.
Cadeirante.
Cadeirante andando.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, localizada na Biblioteca de Manguinhos.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, localizada na Biblioteca de Manguinhos.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, localizada na Biblioteca de Manguinhos.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, localizada na Biblioteca de Manguinhos.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, localizada na Biblioteca de Manguinhos.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.
Rampa de acessibilidade para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.
Sinalização em onibus indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Sinalização em onibus indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Ônibus escolar com sinalização indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Sinalização em onibus indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Sinalização em onibus indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Ônibus escolar com sinalização indicando acessibilidade do veículo para pessoas em cadeira de rodas ou com deficiência física.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor possui alguma deficiencia física.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor possui alguma deficiencia física.
Uso de muletas.
Muletas apoiadas em porta de veículo.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Uso de cadeira de rodas.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor é surdo ou tem deficiência auditiva.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor é surdo ou tem deficiência auditiva.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor é surdo ou tem deficiência auditiva.
Adesivo colado em veículo indicando que seu condutor é surdo ou tem deficiência auditiva.
Elevador de acesso para pessoas com deficiência física.
Elevador de acesso para pessoas com deficiência física.
Técnico faz a semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico faz a semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico faz a semeadura de células na cabine de segurança biológica do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Fêmea do mosquito criada no Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários
Larvas do mosquito Aedes aegypti criadas no Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários
Fêmea do mosquito criada no Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários
Agente Etiológico causadores de doença
Água sanitária.
Água sanitária.
Água sanitária e ralo.
Água sanitária e ralo.
Água sanitária e ralo.
Aipim na feira, também chamado de mandioca e macaxeira.
Aipim na feira, também chamado de mandioca e macaxeira.
Aipim na feira, também chamado de mandioca e macaxeira.
Aipim na feira, também chamado de mandioca e macaxeira.
Manipulação da alça Drigalski. Cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Manipulação da alça Drigalski. Cabine de segurança biológica do CPAB. Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Frasco de álcool em gel.
Álcool em gel 70% para levar na bolsa.
Álcool em gel 70% para levar na bolsa.
Álcool em gel 70% para levar na bolsa.
Álcool em gel 70% para levar na bolsa.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Álcool em gel 70% para limpeza doméstica.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Higienização das mãos com álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Álcool gel 70%.
Ácool gel 70% e máscara descartável. Coleção de ilustrações para a conscientização e o combate ao coronavírus.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Copo de whisky.
Copo de whisky.
Copo de whisky.
Copo de whisky.
Copo de whisky.
Pegando copo de whisky.
Pegando copo de whisky.
Pegando copo de whisky.
Segurando copo de whisky.
Garrafas de cerveja.
Garrafas de cerveja.
Garrafas de cerveja.
Garrafas de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Pegando uma garrafa de cerveja.
Garrafinha de cachaça.
Garrafinha de cachaça.
Garrafa de bolso para bebida alcoólica.
Garrafa de bolso para bebida alcoólica.
Garrafa de bolso para bebida alcoólica.
Garrafa de bolso para bebida alcoólica.
Garrafas de bebidas alcoólicas.
Garrafa de vinho.
Garrafa de vodka.
Letra A do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra B do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras)..
Letra C do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra Ç do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra D do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra E do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra F do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra G do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra H do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra I do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra J do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra K do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra L do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra M do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra N do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra O do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra P do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra Q do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra R do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra S do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra T do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra U do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra V do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra W do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra X do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra Y do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Letra Z do alfabeto manual da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Variedades de alfaces na feira.
Pai alimentando bebê com fruta.
Verduras e legumes em banca de feira.
Medição de altura.
Anotações de aula por aluno da Escola de saúde pública Joaquim Venâncio, ESPJV.
Veículo de transporte de pacientes infectados pela Covid-19.
Ambulância acessa entrada do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), localizado no campus Manguinhos. Unidade hospitalar destinada a pacientes graves contaminados pela doença.
Ambulância acessa entrada do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), localizado no campus Manguinhos. Unidade hospitalar destinada a pacientes graves contaminados pela doença.
Ambulância acessa entrada do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), localizado no campus Manguinhos. Unidade hospitalar destinada a pacientes graves contaminados pela doença.
Enfermeira realiza a aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeiros realizam a aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira da triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira trabalha na triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira trabalha na triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira realiza a aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeiros realizam a aferição da temperatura corporal com termômetro digital de testa. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira da triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira da triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira trabalha na triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeira trabalha na triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Enfermeiras trabalham na triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Termômetro digital de testa. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Oxímetro de dedo. Triagem ambulatorial para averiguação de sintomas respiratórios relacionados à covid-19. Instituto Nacional de Infectologia, INI.
Técnicos de produção em manipulação de processos assépticos em um módulo de fluxo unidirecional no CPAB com classificação de grau de limpeza B (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos de produção em manipulação de processos assépticos em um módulo de fluxo unidirecional no CPAB com classificação de grau de limpeza B (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnicos de produção em manipulação de processos assépticos em um módulo de fluxo unidirecional no CPAB com classificação de grau de limpeza B (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Técnico de produção em manipulação de processos assépticos em um módulo de fluxo unidirecional no CPAB com classificação de grau de limpeza B (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Ampolas da vacina Covid-19.
Ampolas da vacina Covid-19.
Ampolas da vacina Covid-19.
Ampolas da vacina Covid-19.
Analista em produção atuando em cromatógrafo analítico - HPLC - no laboratório de controle de processo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analista em produção atuando em cromatógrafo analítico - HPLC - no laboratório de controle de processo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Analista em produção atuando em cromatógrafo analítico - HPLC - no laboratório de controle de processo do CPAB (uniforme utilizado até 2017). Complexo Tecnológico de Vacinas - CTV, Bio-Manguinhos.
Aplicativo Coronavírus.
Aplicativo Coronavírus.
Aplicativo Coronavírus.
Aplicativo Coronavírus.
Aplicativo Coronavírus.
Caminhão do Museu da vida, projeto ciência móvel em frente ao Castelo mourisco.
Fachada da biblioteca de saúde biomédicas, Fundação Oswaldo Cruz
Fachada da biblioteca de saúde biomédicas a noite, Fundação Oswaldo Cruz
Fachada da biblioteca de saúde biomédicas a noite, Fundação Oswaldo Cruz
Fachada da biblioteca de saúde biomédicas a noite, Fundação Oswaldo Cruz
Fachada do Castelo mourisco a noite, Fundação Oswaldo Cruz
Vista do céu no corredor do castelo na fundação Oswaldo cruz
Vista do céu de cima do castelo na fundação Oswaldo cruz
Vista do céu de cima do castelo na fundação Oswaldo cruz
Vista do céu de cima do castelo na fundação Oswaldo cruz
Colares e pulseiras feitas em artesanato Guarani.
Criança indígena Guarani em fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro. Na parede pode-se observar peças de artesanato.
Artesãs indígenas Guarani expõem artesanatos para venda aos visitantes em fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro.
Artesãs indígenas Guarani expõem artesanatos para venda aos visitantes em fachada lateral de casa de taipa, construção feita com varas entrecruzadas e barro.